Viva e Deixe Viver Simples Assim...
Simples Assim...

 

“Falo a língua dos loucos, porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos." Luiz Fernando Veríssimo

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Terça-feira, Agosto 08, 2006

então né... postando de novo!
será que algum perdido pela net ainda abre isso?

;) see ya


Rabiscado por Camis às 3:11 PM | Hable!:


Segunda-feira, Junho 26, 2006

e vamo que vamo!

;)))


Rabiscado por Camis às 4:33 PM | Hable!:


Segunda-feira, Março 20, 2006

Entrando pra não deixar parado... ;)

Ainda voltarei pra cá!


Rabiscado por Camis às 6:40 PM | Hable!:


Sexta-feira, Dezembro 09, 2005

FATO!!!

Rabiscado por Camis às 7:19 PM | Hable!:


Quarta-feira, Setembro 21, 2005

Ai... sabe que to pensando em voltar pra cá...
era tão mais legal!!!
:)


Rabiscado por Camis às 9:44 PM | Hable!:


Segunda-feira, Agosto 22, 2005

... pois é.

Rabiscado por Camis às 7:29 PM | Hable!:


Segunda-feira, Julho 04, 2005

Pessoas...
Minhas filosofias mudaram de lugar. Agora é no:
www.fotolog.net/camiscleia
Só pra mudar um pouco, porque só quem está morto não muda né... :))
Ainda volto aqui de quando em quando.
Porque aqui vai ser sempre meu canto...
Amo.


Rabiscado por Camis às 10:01 AM | Hable!:


Segunda-feira, Junho 06, 2005

"Escrevo e assim me livro de mim..." - Clarice Lispector



Preciso voltar a escrever. Esse blog nunca foi um diário, e nunca teve a pretenção de ser nada mais que isso. Um espaço, talvez. Um lugar para escrever o que precisa ser escrito - e que, assim - talvez nem devesse ser. Senti saudades, enfim. Cá estou novamente.

Filosofias a parte - ou não - assisti ontem Melinda e Melinda, Woody Allen. Irado. Seria trágico se não fosse cômico, e vice-versa. O cara consegue fazer um filme light-cabeça com perfeição. A vida é cômica ou trágica, afinal? Diria que os dois juntos. A tragédia e a comédia se misturam, a ponto de quase não sabermos mais qual é qual. Só no cinema...?

Minha vida tá dando reviravoltas que eu nunca poderia imaginar. Assustador. Tenso. Medo.
Tem coisa melhor?
Pessoas novas, novas cores, novos sabores. Atitudes diferentes. Tudo de cabeça pra baixo.
E tudo bem.
Tudo muito bem...


Depois de dar mais uma olhada em todas as suas roupas, se convenceu de que não havia nada em seu armário que servisse para a ocasião. Foi até o armário de sua mãe, pegou sem emoção um dos vestidos pretos que povoavam o armário e vestiu-o, reparando como seu corpo ficava estranho com aquele tipo de roupa. Oito horas. Deu uma última olhada no espelho e saiu, apressada. Tinha se perdido de novo em seus pensamentos.


Rabiscado por Camis às 4:52 PM | Hable!:


Domingo, Maio 29, 2005


Fechado para balanço.


Rabiscado por Camis às 1:43 AM | Hable!:


Terça-feira, Abril 05, 2005

Amor em estado bruto

O que é, o que é? Faz você ter olhos para uma única pessoa, faz você não precisar mais sair sozinho, faz você querer trocar de sobrenome, faz você querer morar sob o mesmo teto. Errou. Não é amor.
Todo mundo se pergunta o que é o amor. Há quem diga que ele nem existe, que é na verdade uma necessidade supérflua criada por um estupendo planejamento de marketing: desde crianças somos condicionados a eleger um príncipe ou princesa e com eles viver até que a morte nos separe. Assim, a sociedade se organiza, a economia prospera e o mundo não foge do controle.
O parágrafo anterior responde o primeiro. Não é amor querer fundir uma vida com outra. Isso se chama associação: duas pessoas com metas comuns escolhem viver juntas para executar um projeto único, que quase sempre é o de constituir família. Absolutamente legítimo, e o amor pode estar incluído no pacote. Mas não é isso que define o amor.
Seguramente, o amor existe. Mas, por não termos vontade ou capacidade para questionar certas convenções estabelecidas, acreditamos que dar amor a alguém é entregar a essa pessoa nossa vida. Não só nosso eu tangível, mas entregar também nosso tempo, nosso pensamento, nossas fantasias, nossa libido, nossa energia: tudo aquilo que não se pode pegar com as mãos, mas se pode tentar capturar através da possessão.
O amor em estado bruto, o amor 100% puro, o amor desvinculado das regras sociais é o amor mais absoluto e o que maior felicidade deveria proporcionar. Não proporciona porque exigimos que ele venha com certificado de garantia, atestado de bons antecedentes e comprovante de renda e de residência. Queremos um amor ficha-limpa para que possamos contratá-lo para um cargo vitalício. Não nos agrada a idéia de um amor solteiro. Tratamos rapidamente de comprometê-lo, não com nosso amor, mas com nossas projeções.
O amor, na essência, necessita de apenas três aditivos: correspondência, desejo físico e felicidade. Se alguém retribui seu sentimento, se o sexo é vigoroso e se ambos se sentem felizes na companhia um do outro, nada mais deveria importar. Por nada, entenda-se: não deveria importar se o outro sente atração por outras pessoas, se o outro gosta de fazer algumas coisas sozinho, se o outro tem preferências diferentes das suas, se o outro é mais moço ou mais velho, bonito ou feio, se vive em outro país ou no mesmo apartamento e quantas vezes telefona por dia. Tempo, pensamento, fantasia, libido e energia são solteiros e morrerão solteiros, mesmo contra nossa vontade. Não podemos lutar contra a independência das coisas. Alianças de ouro e demais rituais de matrimônio não nos casam. O amor é e sempre será autônomo.
Fácil de escrever, bonito de imaginar, porém dificilmente realizável. Não é assim que estruturamos a sociedade. Amor se captura, se domestica e se guarda em casa. Às vezes forçamos sua estada e quase sempre entregamos a ele os direitos autorais de nossa existência. Quando o perdemos, sofremos. Melhor nem pensar na possibilidade de que poderíamos sofrer menos.
Martha Medeiros.

Sem mais comentários.
A sessão está aberta.
Hable! e dê sua opinião...


Rabiscado por Camis às 8:16 PM | Hable!:


Quinta-feira, Março 03, 2005

Aberto temporariamente.












Estou com vontade de falar. Falar bastante, quem me conhece sabe. Essa é a vantagem dos blogs e afins, a gente pode falar a vontade o que ninguém teria paciência de ouvir. Afinal, pra que ter que aguentar cara de desinteresse alheio se podemos simplesmente escrever, deixando a decisão de ler por conta de cada um? Assim, ninguém é obrigado a ouvir intermináveis lamurias ou complicados romances. Bem simples e democrático - sabe da sua vida quem quer. Estilo self-service. Hype, como reza a tendência. Assim posso falar a vontade sabendo que não estou perturbando. E se estiver, melhor.
Quero fazer uma confissão aqui. Aqui mesmo, em praça pública, pra todo mundo ouvir.
Eu sou viciada no Orkut.
Na verdade, eu fiquei viciada no Orkut. Sim, porque há um tempo atrás, eu era a primeira a falar mal. Não via graça alguma em usar um site em que não se podia nem conversar em tempo real. Agora, contaminada, enumero as vantagens pra quem quiser ouvir. O orkut é muito mais que falar em tempo real. O Orkut - que até hoje desconfio pronunciar errado - é ótimo. Lá reencontrei muitos amigos, tirei dúvidas, dei muita risada, fiquei sabendo do aniversário de pessoas que eu nunca me lembraria. Enfim, repito, o Orkut é ótimo. Eu sei, discurso patético de viciada. Mas porque negar? Sei que estou longe da salvação, mas fiquei sabendo que o primeiro passo é assumir o vício. E isso eu já fiz. Agora só resta repetir o mantra: Eu nao dependo da máquina, eu não dependo da máquina, eu não dependo da máquina. Fácil.
Acho que vou começar a escrever nesse troço de novo. Estou começando a gostar. Travei uma época, mas agora a vontade fala alto e o dedo coça. Esse é o sinal.

Pobre de vocês.


Rabiscado por Camis às 1:22 AM | Hable!:


Domingo, Fevereiro 13, 2005

Fechado Temporariamente.

Rabiscado por Camis às 3:42 PM | Hable!:


Sábado, Janeiro 15, 2005

Todo fim e um comeco...

E eu realmente espero que seja, porque a coisa mais triste e terminar algo que esta maravilhoso. Claro que to com saudades de tudo, da minha familia, meus amigos... mas aqui e outra realidade. Fora da rotina do dia-a-dia de Sao Paulo.
Mas, ao mesmo tempo, nao vejo a hora de sair com o pessoal, de contar tudo pra todo mundo, de mostrar as fotos. De atualizar meu blog desatualizado.
Detalhe que eu to puta e quero manifestar minha indignacao aqui. Nao tenho tempo de fazer compras. Nao esperem presentes, pq nao vai chegar. :))
Esta ultima semana me colocaram mil horas no schedulle e agora nao posso ir comprar nada pq so tenho tempo quando as lojas ainda nao abriram ou quando ja fecharam. Meu, nao comprei nada ainda... socorrooooo

Bom, e isso.
O Brasil que me aguarde, pq eu to chegando...


Rabiscado por Camis às 4:49 PM | Hable!:


Terça-feira, Janeiro 11, 2005

Fala Galera...

Meu, foi mal. Nao ta dando tempo mesmo de postar... so to postando agora muito rapido pq to saindo pra pegar o busao. Vou jantar num restaurante muito fancy... num hotel de ricaco. :) Gente, socorro, to pobre.
Bom, e isso ae... depois eu posto direito. So quero falar que eu amo voces e que to com muita saudades de tudo.

Enjoy


Rabiscado por Camis às 11:09 PM | Hable!:


Terça-feira, Dezembro 21, 2004

CAMISCLEIA NA AREA...

(O pc daqui nao tem acento viu. Eu ainda sei falar portugues...) :)

Po, fico super feliz quando alguem me escreve ai falando de como estao as coisas. Como ta o natal? Os preparativos? Onde cada um vai passar o natal e ano novo? Me contem..!!
Aqui ta tudo muito bom. To trampando pra cacete, porque nessa semana de festas o parque fica bombando de gente. E tem muuuuito brazuca aqui! haha...
Entao, na vespera do natal, vou sair do trampo umas 6 da tarde e no dia do natal entro umas 3 da tarde e saio tipo as 11 da noite. Ta otimo. Mas no ano novo todo mundo vai trampar de madrugada. Eu vou ate as 3 no batente. :) Pra quem pensa que a vida e facil aqui na disney...
Depois que a gente comprou um som, ta tudo bem melhor aqui no ape. Ouvindo musica brasileira, tudo de bom. Ah, o Vista Way (condominio que eu to morando) saiu na playboy como o segundo lugar em que os jovens mais fazem sexo nos States. Haha... e nao me perguntem qual e o primeiro, que eu nao faco ideia. Minha mae ja falou pra eu nao andar sozinha a noite. :)))
Meu, mas o que da mais saudades do Brasil - tirando chegar em casa e ter a comida pronta, haha - e o clima. A vibe. Nao sei explicar. O pessoal aqui nao e frio nao, muito pelo contrario, mas o Brasil tem uma coisa diferente. Sabe, aquela coisa de ficar com os amigos fazendo um som na praia. Ou aquela coisa de ir pra avenida paulista no meio da tarde.
Aqui e bom de outro jeito. Cada lugar tem sua energia diferente, e eu acho isso irado. Por isso que quero viajar o mundo inteiro. Quem sabe absorvendo um pouco da energia de todos os lugares a gente nao eleva o espirito ne. Eu aposto que sim.

...



Rabiscado por Camis às 2:08 PM | Hable!: